The Rising

Cacete!

A primeira palavra que veio em minha cabeça quando coloquei para ouvir The Crusade do Trivium no meu iPod. Mandei o órgão genital não somente por conta do tempo que não ouvia esse cd, mas, também, porque não lembrava como esse álbum era realmente foda.

Agressividade e melodia se encontram, e combinam perfeitamente, tanto nos instrumentos, quanto nos vocais de Matt Heafy (o cara que usa jeans feminino, não podia deixar passar essa). Como muitos dizem, o Trivium conseguiu unir o heavy metal com o thrash metal, especificamente a fase “Ride The Lightning” do Metallica. Porradaria do Metallica em conjunto com os belos duetos de guitarra do bom e velho Iron Maiden colocaram o Trivium em destaque no ano de 2006. Na verdade, não apenas no ano, mas, sim, como destaque como o retorno de um metal de verdade; um metal que estava perdido com o tempo. Há alguns anos era difícil conseguir encontrar alguma banda que realmente conseguisse chamar atenção por um som original e cativante ao mesmo tempo. Não que nesses anos não houvesse nenhum lançamento interessante na cena, mas faltava algo novo, algo que chutasse algumas bundas e gritasse: “Porra! Estamos aqui para detonar!” Clichê? Magina!

Eis que surge The Crusade: acabou com tudo, chutou bundas e ficou marcado na história do heavy metal! Não há criticas a serem feitas de um cd praticamente perfeito, tanto nas letras um tanto políticas e caóticas, mas que podem levar a pensar muito a respeito do nosso mundo. Não quero falar de política por aqui, não que música e esse assunto não se misturem, mas para falar de política na música temos que falar de Bob Dylan e, até mesmo, Bruce Springsteen; no caso perderia todo o sentido deste texto, estamos falando de metal, não?

Voltando, o Trivium demonstra um grande amadurecimento tanto nas letras, quanto na sonoridade, uma banda que era apenas mais um grupo de garotos tocando metalcore acabou virando um destaque do heavy metal anos mais tarde. Tudo indica um grande futuro para a banda e uma grande conquista no cenário mundial, não queria falar isso, mas um dia, quem sabe, eles sejam realmente grandes.

So raise your voices with me

And sing this song of unity

So raise your hands up with me

And hold this moment eternally

Tenho fé nessas palavras e acredito que dentro de pouco tempo essa banda poderá se tornar uma das maiores do cenário heavy metal. O seu pequeno espaço já conquistaram e, também, a mim, a pessoa mais chata para se ouvir música, hahahahha. O nome da música? The Rising. Interessante, não?

We are the fire!!

(Este texto foi originalmente publicado no blog Calangoscópio.)

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